País: Bélgica
Língua: Francês
Subtítulos: Inglês
Realização: Mathieu Labaye
Ano: 2008
Duração: 9m29s
Assistente de realização: Sébastien Godard Guião: Mathieu Labaye
Director de fotografia: Mathieu Labaye
Música: Fabian Fiorini e Mathieu Labaye
Edição: Mathieu Labaye
Animação: Sébastien Godard e Mathieu Labaye
Produção: Jean-Luc Slock
SOBRE O TRABALHO DE MATHIEU LABAYE
«Mathieu Labaye (1977) received his degree in Comics and Illustration at the Saint Luc Institute in Liege and received three nominations at the Animation Cinema Department of the National Superior School La Cambre in Bruxelles. Since October 2002 he's worked at Camera-etc (ex Caméra Enfants Admis), a Belgian animation workshop where children, teenagers and adults come to make their own animation short with the help of professionals. Filmography: Métasphere (1998), Je suis dans le train (2000), Porte de Hal / Halleport (2001), Un pied dans la tombe (2002), Ha Bi Ba (2006).»
«Com base numa análise da legislação publicada em Portugal nas últimas três décadas referente às pessoas com deficiência, o presente artigo considera as políticas de deficiência desenvolvidas entre 1974 e 2008. De modo a balizar esta análise, numa primeira parte identifico os pressupostos teóricos que informam o presente artigo, fazendo uma breve revisão dos modelos teórico-analíticos dominantes nesta área de investigação.
Segue-se uma revisão crítica das políticas direccionadas às pessoas com deficiência em Portugal, identificando características, tendências e ideologias subjacentes. Por último procuro traçar as características da acção estatal neste domínio decorrentes da análise da aplicação das políticas de deficiência em Portugal.»
Mais informação sobre o n.º 86 da Revista Crítica de Ciências Sociais disponível aqui.
4.1. Enquadramento 4.2. Orientações estratégicas internacionais 4.3. Orientações estratégicas e aspectos conhecidos da realidade portuguesa 4.4. Principais resultados obtidos com a análise estatística 4.5. Principais resultados obtidos com a investigação empírica
5. Mercado de Trabalho e Emprego
5.1. Enquadramento 5.2. Orientações estratégicas internacionais 5.3. Orientações estratégicas e aspectos conhecidos da realidade portuguesa 5.4. Principais resultados obtidos com a análise estatística
5.5. Principais resultados obtidos com a investigação empírica
6. Protecção Social e Acesso a Outros Bens e Serviços Essenciais
6.1. Enquadramento
6.2. Orientações estratégicas internacionais
6.3. Orientações estratégicas e aspectos conhecidos da realidade
portuguesa
6.4. Principais resultados obtidos com a análise estatística
6.5. Principais resultados obtidos com a investigação empírica
7. Participação Cívica e em Actividades de Cultura, Lazer e Desporto
7.1. Enquadramento
7.2. Orientações estratégicas internacionais
7.3. Orientações estratégicas e aspectos conhecidos da realidade
portuguesa
7.4. Principais resultados obtidos com a investigação empírica
8. Segurança contra Violência e Abusos
8.1. Enquadramento
8.2. Orientações estratégicas internacionais
8.3. Orientações estratégicas e aspectos conhecidos da realidade
portuguesa
8.4. Principais resultados obtidos com a investigação empírica
9. Conclusões
10. Recomendações
10.1. Orientações gerais de política 10.2. Sugestões de medidas/acções afirmativas
Bibliografia
Referências Documentais Legislação Específica
O estudo encontra-se disponível para consulta aqui.
«Diversitates é uma revista internacional dedicada à discussão acadêmica sobre temas como discriminação e exclusão social. Com publicação bianual, a Diversitates foca-se na necessidade de busca de procedimentos eficientes para a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária. Com isso, trabalhos que envolvam a temática dos direitos humanos, pluralismo de valores, ação afirmativa, justiça, inclusão social, dentre outros serão bem-vindos.
O conselho editorial da Revista Diversitates é global e interdisciplinar. Todos os trabalhos submetidos devem estar de acordo com as regras encontradas no www.diversitates.org»
CALL FOR PAPERS
«Diversitates is an international journal dedicated to the academic
discussion on discrimination and social exclusion. Published three
times a year, Diversitates focuses academic attention on the need for
efficient procedures to promote a fair and more egalitarian society. It
is particularly concerned with political philosophy, ethics, human
rights, values pluralism, affirmative action, justice, and social
inclusion.
Our editorial board is global and interdisciplinary. All submitted articles should be in accordance with the rules found at www.diversitates.org»
Corrupción y legitimación en América Latina Angel Oquendo
A participação política e os desafios da inclusão – aspectos normativos da teoria democrática Antoine Lousao
Ironía de la cultura y desobediencia civil en líderes indígenas del Cuzco Ciro Alegría Varona
October 2000 and the Palestinian Citizens of Israel – From Inequality to Statelessness: an Arendtian Analysis of the Palestinian Minority in Israel Michal Biletzki
Cinema, direito e crítica ao totalitarismo: Sobre a Censura no Regime Militar e das Marcas Ideológicas do Filme Documentário na Produção Cinematográfica Vanessa Oliveira Batista
A posição do PISA na relação entre a sociedade civil e o sector educativo na Bélgica francófona Eric Mangez, Branka Cattonar
A recepção do PISA em França Uma abordagem cognitiva do debate institucional (2001-2008) Nathalie Mons, Xavier Pons
Competir com o PISA Recepção e tradução no discurso político húngaro Eszter Berényi, Eszter Neumann
A influência do Programme for International Student Assessment (PISA) na decisão política em Portugal O caso das políticas educativas do XVII Governo Constitucional Português Natércio Afonso, Estela Costa
Alguns aspectos e considerações sobre as avaliações do PISA na Roménia Adél Kiss, Ildikó Fejes, Zoltan A. Biró
O PISA e o debate das políticas na Escócia As narrativas políticas sobre a participação escocesa na comparação internacional Sotiria Grek, Martin Lawn, Jenny Ozga
Recensões
Recensão da obra “Inserção Profissional e Formas Identitárias. O caso dos licenciados da Universidade de Lisboa”, de Natália Alves [2009]. Lisboa: Educa e Unidade de I&D de Ciências da Educação Rui Canário
Conferências
A escola e o trabalho dos alunos Bernard Charlot
Educação e trabalho. A grande revolução Annie Vinokur
Outros artigos
Violência em escolas do Rio de Janeiro nos últimos 15 anos Vanilda Paiva, Elizabeth Paiva
Ações afirmativas. Racialização e privilégios ou justiça e igualdade? Sales Augusto dos Santos
A construção da identidade de mulheres artesãs Maria Helena Santana Cruz
O número 10 da revista Sísifo encontra-se aqui disponível para consulta.
«Partilha de conhecimentos e esclarecimento de dúvidas sobre as normas técnicas de Acessibilidade e sobre o Design Universal (ou Design Inclusivo), considerados uma forma de prevenir a exclusão de pessoas com mobilidade condicionada e de promover, objectivamente, a qualidade de espaços, edifícios e serviços, e a segurança, conforto e autonomia de todos os seus utilizadores.»
O projecto Acessibilidade Portugal encontra-se disponível aqui.
«Num contexto de “inclusão da diferença”, pretendemos lançar a discussão sobre a melhor forma de actuação com vista à inclusão de pessoas com necessidades especiais, especialmente pessoas com deficiência visual, no circuito normal de leitura. Nesta linha propomo-nos abordar e debater o conceito de “Biblioteca Inclusiva”.
Muito se tem falado actualmente de inclusão: “infoinclusão”, “inclusão de alunos com necessidades educativas especiais em classes regulares”, “incluir a diferença”... Esta deve ser, sem dúvida, a direcção a tomar, para que o cidadão portador de qualquer tipo de deficiência, e o cidadão deficiente visual em particular, possa encontrar o seu espaço numa sociedade cada vez mais complexa.
A leitura e o acesso à informação são elementos da maior importância para a realização pessoal e profissional de qualquer indivíduo, bem como factores para o progresso de um país. É neste contexto que nos parece oportuno abordar o conceito de “Biblioteca Inclusiva”, numa perspectiva de esclarecimento do seu significado.»
O artigo encontra-se disponível para consulta aqui e aqui.
«“Sem link não controlo” - Contributos para uma educação online inclusiva: estudo aplicado a casos de cegueira e baixa visão é a dissertação apresentada à Universidade Aberta por Maria Manuela Amado da Silva Francisco, para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Pedagogia do e-learning. Este trabalho foi realizado sob a orientação científica do Professor Doutor António Quintas Mendes, professor do Departamento de Ciências da Educação da Universidade Aberta.
Neste trabalho apresento algumas linhas orientadoras para a criação de cursos online inclusivos e acessíveis a pessoas com incapacidade visual. Foi seguida uma metodologia de estudo de caso, apresentando aqui as várias etapas, desde a concepção de um curso piloto, implementação e testagem do mesmo com a participação de utilizadores de leitores de ecrã.
Ao implementar este curso, verificou-se que o seguimento das normas estabelecidas para criar páginas Web acessíveis não é o suficiente. É necessário cruzar saberes e regras de diferentes áreas para conseguir oferecer cursos com verdadeiras preocupações inclusivas sem serem discriminatórios.
Sem link não controlo é uma expressão utilizada pelo leitor de ecrã Window Eyes, quando os links de navegação estão mal definidos ou não existem. Por ter sido uma expressão que marcou a primeira fase de testes deste estudo, dá o título a este trabalho, que pretende ser ele próprio, um exemplo de um conteúdo acessível.»
APRESENTAÇÃO
«O estudo relatado neste trabalho pretende responder à questão de partida que lhe deu origem – O que é necessário para criar cursos online acessíveis, particularmente a pessoas com problemas de acuidade visual?
Esta questão colocou-se no momento em que, em contexto profissional, se procurou criar um curso online inclusivo, acessível a todos.
Enquanto Designer Instrucional, e juntamente com a restante equipa envolvida na criação do novo curso, foram procuradas soluções práticas que assegurassem a igualdade de oportunidades a todos os participantes do referido curso. Isto desencadeou a testagem de estratégias e soluções, promovendo uma reflexão crítica sobre as várias facetas da inclusão digital.
Num primeiro momento considerou-se este desafio relativamente simples, uma vez que existem normas para a criação de páginas Web e a plataforma a utilizar estava em conformidade com uma dessas normas. A prática, no entanto, viria a revelar barreiras reais que obrigaram ao questionamento das normas, a aplicação e testagem dessas mesmas normas e um constante recomeçar de cada fase. Este constante questionamento foi enriquecido com a participação de 3 pessoas cegas que colaboraram enquanto participantes e informantes na 1ª e 2ª edição deste curso.
Sendo a inclusão um tema pouco trabalhado no ensino online, este estudo reveste-se de carácter exploratório. Não se pretende apresentar conclusões de carácter definitivo, pretende-se que o estudo seja visto como um contributo para futuros projectos de cursos online com preocupações de inclusão.
A abrangência do tema obriga a que neste trabalho se incluem assuntos relacionados com outros tipos de deficiência, estratégias pedagógicas adequadas a cada necessidade, estilos cognitivos de aprendizagem, leitura e interpretação de imagens, percepção da cor e da forma, conhecimentos de programação para adequar ferramentas e aplicações, sem que com tal se esgotem todas as ramificações que um estudo desta natureza potencia.»
ÍNDICE
Preâmbulo Agradecimentos Resumo Palavras-Chave Abstract Keywords Índice Geral Índice de Figuras e Tabelas Índice de Abreviaturas e Acrónimos Introdução
PARTE A - ENQUADRAMENTO TEÓRICO
O advento da Internet Igualdade: declarações e legislação Clarificação de conceitos Cursos online Inclusão, acessibilidade e usabilidade Deficiência ou Incapacidade Diferentes perfis de utilizadores da Internet Utilizadores com necessidades especiais Barreiras na Web Incapacidade visual e tecnologia assistida Directivas e normas de acessibilidade Conteúdos didácticos. Estudos similares
METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO
Objectivo Questões de investigação Estrutura do estudo Estratégias de Investigação Método utilizado Tipo de caso Instrumentos Amostragem
PARTE B - ESTUDO DE CASO
Fase 1: Desenho de um curso inclusivo Premissas Modelo Pedagógico “Todos” no modelo pedagógico da UED Planificação do curso Levantamento das necessidades Adequação da Plataforma Estrutura e organização Ferramentas de comunicação Design Gráfico Tamanho e formato de conteúdos Informação aos participantes Testagem com validadores Design Instrucional Estratégias Adequação da linguagem Conteúdos multimédia (áudio e video) Testes com leitores de ecrã Fase 2.1 Relato da experiência Primeira edição do curso de empreendedorismo Os participantes O grupo Perfil da “Amostra” A sessão inaugural Sessões de acompanhamento Primeira sessão: estrutura da plataforma Segunda sessão: navegação Terceira sessão: ambiente virtual e interacção online Quarta sessão: comunicação no fórum Quinta sessão: manual didáctico Última sessão: reflexões e propostas de melhoria Fase 2.2 Relato da experiência Segunda edição do curso de empreendedorismo Conclusão do estudo Alterações relativas à 1ª edição Os participantes A primeira sessão presencial Acompanhamento dos sujeitos Fim do estudo
CONCLUSÕES
Nota explicativa Conclusão Reflexões finais Sugestões para estudos futuros
BIBLIOGRAFIA
Referências
ANEXO
Entrevistas Entrevista: Sujeito A Entrevista: Sujeito B Entrevista: Sujeito C
«A evolução dos meios tecnológicos que hoje se encontram à nossa disposição está longe de poderem ser partilhados por todos. O analfabetismo digital constitui, na Sociedade da Informação, um meio de exclusão social a que temos que dedicar a nossa atenção.
No entanto, as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) têm um enorme potencial para promover o desenvolvimento se utilizadas na resolução dos problemas que a sociedade experimenta nos diversos sectores de actividade e principalmente se forem efectivamente colocadas ao serviço de cada cidadão.
Pretende-se com este IV Seminário promover a discussão e divulgar trabalhos que possam contribuir para o combate à info-exclusão e favorecimento da acessibilidade das TIC. Serão, portanto, aceites comunicações que se refiram a trabalhos científicos e tecnológicos ou que relatem boas-práticas nesta área.»
PROGRAMA
29 de Janeiro de 2010
08h45 - Registo
09h30 - Sessão de Abertura
09h50 - Conferência de Abertura - La Exclusión Digital: una Cuestión Educativa en Clave Economica Juan Pablos
11h00 - Infopedagogía: Integración de las TICAl currículo con Sentido Humano, Social y Pedagógico Fabián Jaramillo
11h30 - El Portfolio Digital como herramienta docente en la Universidad Maria Luz Cacheiro
12h00 - Gestión del Conocimiento y Brecha Digital Domingo J. Gallego
Comunicações Livres
Anfiteatro 2
14h00 - La Brecha Generacional en el Aula Ante el EEES Ana Maria Gonzalez Fernandez
14h15 - Aproximación desde el lenguaje, al concepto Brecha Digital Martín Quintana
14h30 - Formação de Andebol no Second Life - Estudo da interacção entre formador e formandos num Webinar para alunos do Ensino Superior António Lopes
14h45 - A Mídia Esportiva como Componente Curricular na Formação em Educação Física na Bahia Cristiano Vieira Santana
Salão Nobre
14h00 - Children, Technologies & Sustainable Development 2010-2050 Marta Ferraz
14h15 - Sistema Universidade Aberta do Brasil: Inclusão ou Exclusão Digital Júlio César Costa Ribas
14h30 - Projecto "Comunicar Sem Barreiras" Graça Faria
14h45 - Modalidade de Ensino a Distância: Aprendizagem Versus Exclusão Digital. Um estudo exploratório no Brasil e em Universidades Europeias Rosemeri Coelho Nunes
Ginásio B
15h00 - Sessão de Poster/Café
Anfiteatro 2
16h30 - e-Portfólios na Educação João Leal
16h45 - TV8 en la red. Imaginarios en torno a la televisión educativa inclusiva Martín Quintana
17h00 - El papel de las TICs en las Universidades Populares de Extremadura. Estudio de casos en una población enclavada en Las Hurdes Vanesa Marcos Sánchez
17h15 - Uma Aula de Matemática Diferente... Maria Clara Lino
17h30 - Tecnologias da Computação - Educação Pública à distância para o desenvolvimento humano Virgínia Lima dos Santos Levy
Salão Nobre
16h30 - Pessoas com Necessidades Especiais na Sociedade da Informação Marisa Alexandra Carapinha
16h45 - In Search of Knowledge: Research About the Ways and Conditions to get Acess to Reading By Blind People in The Information Society Iraci Matos Parreão
17h00 - Blogue: Uma nova forma de ajuda mútua da pessoa com doença oncológica Carla Piscarreta Damásio
17h15 - Estudio descriptivo sobre TICs y Discapacidad en España: análisis desde la oferta realizada en el ámbito social comunitario Raquel Chillón Martínez
17h30 - Inclusão Digital na Terceira Idade : Uma experiência no Instituto Federal de Santa Catarina Rosemeri Coelho Nunes
Salão Nobre
18h00 - Conferência: Multialfabetización y Ciudadanía en la Sociedad Digital Manuel Area Moreira
30 de Janeiro de 2010
09h00 - Avaliação on-Line numa Perspectiva Inclusiva Ymiracy N de Souza Polak
09h40 - “Inclusão Digital“- CRID-Centro de Recursos para a Inclusão Digital Célia Maria Adão de Oliveira Aguiar de Sousa
09h55 - Constructal Sports in the Information Age Luís Miguel Pereira Horta
10h10 - Inserção social através da promoção de telecentros: análise do programa Cidadão.Net Cristiano Pio
11h00 - ComAcesso – projecto de sensibilização para a acessibilidade da Web Ricardo Monteiro
11h15 - Las TIC en la Universidad de Los Andes Táchira: Conocimiento, uso y actitudes de sus docente Mireya Vivas García
11h30 - Estudo sobre a usabilidade de ambientes de aprendizagem online Sofia Balula Dias
11h45 - Modelo de Gestão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública em EaD Ofertado pelo Instituto Federal de Santa Catarina, através do Programa Universidade Aberta do Brasil Júlio César Costa Ribas
12h00 - Les digital natives existent-ils vraiment? Jean-François Cerisier
12h40 - Encerramento
Mais informação e procedimentos de inscrição disponíveis aqui.
Informação sobre o seminário anterior, realizado em Lisboa em Janeiro de 2009, disponível aqui.