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Chamada de Artigos: Revista Diversitates
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Com dois números publicados em 2009, a Diversitates é uma revista digital publicada três vezes por ano no âmbito das actividades do Programa de Pós-graduação em Filosofia do Instituto de Filosofia e
Ciências Sociais da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ,
Brasil) e do Núcleo de Inclusão Social (NIS), com direcção de Maria Clara Dias, doutorada em Filosofia pela Universidade Livre de Berlim, professora
da UFRJ e investigadora do Centro de Ética e Filosofia da Mente. Participação pública, projecto pedagógico na área do Direito e processos de emancipação, identidade nacional e dinâmicas identitárias, políticas de identidade e justiça reparadora nos mecanismos de inclusão social e de democracia participativa, concepção de inclusão social e conceito de justiça, papel da ética pública no quadro das convenções internacionais, dimensão normativa na democracia participativa e nos processos de inclusão social, identidades indígenas e experiências educativas no Perú, estatuto de cidadania e desigualdade legal de palestinianos em Israel (uma leitura segundo o pensamento de Hanna Arendt) e relações entre censura e cinema na recepção brasileira dos filmes do realizador Costa-Gravas durante a década de 70 (século XX) são alguns dos temas abordados nos artigos reunidos nos dois primeiros números publicados. A comissão editorial da revista Diversitates convida à apresentação de propostas de artigos para o próximo número especial.
Criado em 2008 por iniciativa de professores e alunos do Programa de Pós-graduação em Filosofia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ, Brasil), o Núcleo de Inclusão Social (NIS) é um projecto de pesquisa, informação e formação sobre dinâmicas de inclusão e exclusão social, discriminação e justiça reparadora, entre outras questões.
CHAMADA DE TRABALHOS
«Diversitates é uma revista internacional dedicada à discussão acadêmica sobre temas como discriminação e exclusão social. Com publicação bianual, a Diversitates foca-se na necessidade de busca de procedimentos eficientes para a promoção de uma sociedade mais justa e igualitária. Com isso, trabalhos que envolvam a temática dos direitos humanos, pluralismo de valores, ação afirmativa, justiça, inclusão social, dentre outros serão bem-vindos.
O conselho editorial da Revista Diversitates é global e interdisciplinar. Todos os trabalhos submetidos devem estar de acordo com as regras encontradas no www.diversitates.org»
CALL FOR PAPERS
«Diversitates is an international journal dedicated to the academic
discussion on discrimination and social exclusion. Published three
times a year, Diversitates focuses academic attention on the need for
efficient procedures to promote a fair and more egalitarian society. It
is particularly concerned with political philosophy, ethics, human
rights, values pluralism, affirmative action, justice, and social
inclusion.
Our editorial board is global and interdisciplinary. All submitted articles should be in accordance with the rules found at www.diversitates.org»
Mais informação disponível aqui.
PRIMEIROS NÚMEROS
Diversitates vol. 01, n.º 01
The Limits of IWRM-Inspired Reforms in Brazil Antonio A. R. Ioris
Por um Direito Emancipatório José Querino Tavares Neto
Sobre a Não Inevitabilidade da Identidade Nacional Carlos Mauro
Ética Pública: Corrupção e Democracia Cláudio Reis
O “bom governo”: diretrizes de governo em uma democracia Maria Clara Dias
Justiça e Inclusão Social Fábio de Oliveira, Jacqueline Gomes e Leonardo Couto
El Papel de La Ética en las Convenciones Internacionales Manuel Villoria
Os artigos do n.º 1 encontam-se disponíveis aqui.
Diversitates Vol. 01, n.º 02
Corrupción y legitimación en América Latina Angel Oquendo
A participação política e os desafios da inclusão – aspectos normativos da teoria democrática Antoine Lousao
Ironía de la cultura y desobediencia civil en líderes indígenas del Cuzco Ciro Alegría Varona
October 2000 and the Palestinian Citizens of Israel – From Inequality to Statelessness: an Arendtian Analysis of the Palestinian Minority in Israel Michal Biletzki
Cinema, direito e crítica ao totalitarismo: Sobre a Censura no Regime Militar e das Marcas Ideológicas do Filme Documentário na Produção Cinematográfica Vanessa Oliveira Batista
Os artigos do n.º 2 encontam-se disponíveis aqui.
Mais informação sobre o Núcleo de Inclusão Social (NIS) disponível aqui.
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Sísifo - Revista de Ciências da Educação, 10
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Publicada desde 2006 com periodicidade quadrimestral, a Sísifo - Revista de Ciências da Educação é uma edição da Unidade de Investigação e Desenvolvimento de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (Ui&dCE) com direcção de Rui Canário e de Jorge Ramos do Ó, professores do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa e investigadores da Ui&dCE, contando com dez números temáticos disponíveis para consulta em suporte digital: história da educação e educação comparada, políticas e práticas de formação de adultos, tecnologias de informação e comunicação (TIC) e inovação curricular, conhecimento e acção pública em educação, educação e saúde, trabalho e identidades profissionais, pedagogia do ensino superior, formação de professores e perspectivas ibero-americanas sobre avaliação em educação são os temas dos dossiers temáticos dos números entretanto publicados. Em Janeiro de 2010 foi publicado o décimo número da Sísifo com um dossier dedicado ao tema "O PISA e as Políticas Públicas de Educação: estudos em seis países europeus", coordenado por Luís Miguel Carvalho (professor do Instituto de Educação da Universidade de Lisboa), que reúne seis artigos sobre a influência do Programa para Avaliação Internacional de Estudantes (Programme for International Student Assessment - PISA) na educação e nas políticas públicas da Bélgica, Escócia, França, Hungria, Portugal e Roménia.
Para além deste dossier temático, a revista conta com duas conferências apresentadas em Fevereiro de 2009 em Lisboa no âmbito do XVII Colóquio da Associação Francófona Internacional de Investigação Científica em Educação (AFIRSE) dedicado ao tema "A escola e o mundo do trabalho": o texto de Bernard Charlot (Universidade Paris 8, França; Universidade Federal de Sergipe, Brasil) aborda a natureza da actividade do aluno na escola, desenvolvendo uma análise que passa por uma perspectiva de classe e de género, o texto de Annie Vinokur (Universidade de Paris X, França) aborda as relações entre as dimensões económica e política na gestão do trabalho e da educação. Finalmente, este número reúne ainda três artigos: "Violência em escolas do Rio de Janeiro nos últimos 15 anos" por Vanilda Paiva (Universidade Federal do Rio de Janeiro, Brasil) e Elizabeth Paiva (Universidade Veiga de Almeida, Brasil), "Ações afirmativas. Racialização e privilégios ou justiça e igualdade?" por Sales Augusto dos Santos (Universidade de Brasília, Brasil) e "A construção da identidade de mulheres artesãs" por Maria Helena Santana Cruz (Universidade Federal de Sergipe, Brasil). Disponibilizam-se aqui ligações para os artigos da revista.
ÍNDICE
Editorial Jorge Ramos do Ó
Nota de Apresentação Luís Miguel Carvalho
Dossier
A posição do PISA na relação entre a sociedade civil e o sector educativo na Bélgica francófona Eric Mangez, Branka Cattonar
A recepção do PISA em França Uma abordagem cognitiva do debate institucional (2001-2008) Nathalie Mons, Xavier Pons
Competir com o PISA Recepção e tradução no discurso político húngaro Eszter Berényi, Eszter Neumann
A influência do Programme for International Student Assessment (PISA) na decisão política em Portugal O caso das políticas educativas do XVII Governo Constitucional Português Natércio Afonso, Estela Costa
Alguns aspectos e considerações sobre as avaliações do PISA na Roménia Adél Kiss, Ildikó Fejes, Zoltan A. Biró
O PISA e o debate das políticas na Escócia As narrativas políticas sobre a participação escocesa na comparação internacional Sotiria Grek, Martin Lawn, Jenny Ozga
Recensões
Recensão da obra “Inserção Profissional e Formas Identitárias. O caso dos licenciados da Universidade de Lisboa”, de Natália Alves [2009]. Lisboa: Educa e Unidade de I&D de Ciências da Educação Rui Canário
Conferências
A escola e o trabalho dos alunos Bernard Charlot
Educação e trabalho. A grande revolução Annie Vinokur
Outros artigos
Violência em escolas do Rio de Janeiro nos últimos 15 anos Vanilda Paiva, Elizabeth Paiva
Ações afirmativas. Racialização e privilégios ou justiça e igualdade? Sales Augusto dos Santos
A construção da identidade de mulheres artesãs Maria Helena Santana Cruz
O número 10 da revista Sísifo encontra-se aqui disponível para consulta.
Os números anteriores podem ser consultados aqui.
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Deontologia, Ética e Valores na Educação - Utopia e Realidade
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De 18 a 20 de Fevereiro de 2010 realizou-se em Lisboa o XVIII Colóquio da Associação Francófona Internacional de Investigação Científica em Educação (AFIRSE) nesta edição dedicado ao tema geral "Deontologia, Ética e Valores na Educação - Utopia e Realidade", uma iniciativa organizada em parceria com o Instituto de Educação da Universidade de Lisboa, a Unidade de Investigação e Desenvolvimento de Ciências da Educação da Universidade de Lisboa (Ui&dCE), a Educa e a Sociedade Portuguesa de Ciências da Educação (SPCE). O presente colóquio organiza-se em torno de conferências, mesas-redondas, simpósios e ateliers temáticos que incidem sobre questões de ética e deontologia no ensino superior e não superior e nos sistemas de educação formal e não formal. Deontologia e formação ética de professores, ética nas relações de trabalho e na formação de profissionais do campo social e educativo, educação e cosmopolitismo, educação e movimentos sociais, actores e protagonistas da intervenção educativa «na corrente contra a corrente» são algumas das questões em debate nas sessões plenárias.
Necessidades especiais e educação inclusiva, escola e saúde, educação na infância, educação de adultos, género e educação, diversidade cultural em contextos educativos, igualdade e justiça na escola são ainda algumas das questões em debate nos vários ateliers temáticos: pensamento sobre deontologia da educação infantil, relação entre famílias e centros municipais de educação infantil fundados na solidariedade, apontamentos teórico-metodológicos da pesquisa educacional sobre exploração do trabalho infantil no Brasil, ética do cuidado na prática pedagógica de professoras de educação infantil, reflexões sobre governo da infância e subjectivação escolar, igualdade de oportunidades e intervenção na primeira infância, o outro no discurso dos alunos do ensino secundário, relações interpessoais na escola, maus-tratos entre alunos do ensino básico, exterioridade da violência juvenil na educação brasileira, contribuições da psicanálise para o conhecimento sobre bullying no ensino superior, alfabetização de adultos, processos de aprendizagem e desenvolvimento do jovem/adulto no ensino superior, direitos humanos e práticas curriculares na escola pública, cidadania e género, multiculturalismo e (auto)formação de profissionais do campo educativo, educação e diversidade cultural, religiosidade em alunos portugueses e moçambicanos, solidão em jovens oriundos de famílias africanas imigrantes, intimidade nas relações de amizade entre adolescentes portugueses e adolescentes de origem migrante, cuidados de saúde e acção pedagógica em contexto de hospitalização, perspectivas ético-axiológicas sobre cuidar e ensinar, bioética e deontologia na formação de profissionais de saúde, pensamento ético em contexto clínico na perspectiva dos estudantes de enfermagem, responsabilidade social em projectos de investigação, ética e responsabilidade na criação e publicação de conteúdos digitais, construções sócio-históricas da deficiência e intervenção educativa para a inclusão, superação de disfunções motoras através da aprendizagem cooperativa, corpo da ética e ética do corpo no contexto da motricidade humana, construção da identidade docente em educação especial, sentimentos e emoções dos professores, histórias de vida e formação docente, identidade profissional e deontologia pedagógica, perfil profissional na mediação sócio-educativa, representações de professores sobre justiça na escola, biografia e intersubjectividade na formação, entre outras questões.
APRESENTAÇÃO
«Considerado por uns como um caminho de esperança fundamentada para um mundo melhor e mais equilibrado, embora considerado por outros como uma utopia inócua, o apelo ao reforço ou retorno à reflexão ética tem-se multiplicado em várias instâncias da vida social. Esse apelo ganha particular pertinência perante a actual crise que assola o mundo em que a quebra de ética e de valores desempenha um papel considerável.
Sendo evidente que esse reforço de preocupação ética não se faz sem o concurso da escola e da comunidade educativa, impõe-se conhecer como é que as escolas, no seu dia-a-dia, formam cívica e moralmente os seus alunos e os preparam para a reflexão ética, como são formados, neste domínio, os professores e outros profissionais com funções educativas/formativas, como é que eles tentam concretizar na sua acção boas intenções, por vezes, utópicas, decorrentes de certas pedagogias ou de leis gerais, como criam utopias a partir das suas acções no terreno, como constroem ou explicitam a sua deontologia…
O colóquio que nos propomos organizar visa reunir vias de resposta a estas questões, fazendo sobretudo apelo a trabalhos empíricos que ilustrem várias realidades locais e internacionais.»
PROGRAMA
18 de Fevereiro de 2010
08h30 – Recepção dos participantes
09h30 – Sessão de abertura
10h00 – Conferência: La dimension utopique de la pédagogie et ses implications éthiques F. Galichet, Univ. de Strasbourg
11h20 – Mesa redonda: Que deontologia docente e que futuro na formação ética dos professores Coordenação: Naura Carapeto Ferreira, Universidade Federal do Paraná Participantes: Agostinho Reis Monteiro (Universidade de Lisboa), Didier Moreau (Univ. de Nantes), Ana Paula Caetano (Univ. de Lisboa), Margareth Fadanelli Simionato (Centro Universitário Feevale)
14h30 – Mesa redonda: As mudanças recentes no ensino superior e suas implicações ético-dentológicas Coordenação: Louis Marmoz | Univ. de Versailles – Saint Quentin Participantes: Patrick Boumard (Univ. de Brest), João Cunha Serra (Univ. Técnica de Lisboa), Maria Teresa Estrela (Univ. de Lisboa), Fernando Sabiron-Sierra (Univ. de Zaragoza)
16h45 – Ateliês temáticos
19h00 – Lançamento de livros
19 de Fevereiro de 2009
09h00 – Ateliês temáticos
11h15 – Mesa redonda: A realidade da formação ético-moral nas escolas do ensino não superior. Que lugar para a utopia? Coordenação: Manuel Patrício | Universidade de Évora Participantes: Ramiro Marques (Instituto Instituto Politécnico de Santarém), Júlia Formosinho (Univ. do Minho), Constantin Xypass (Univ. Catholique de l’Ouest), Christiane Peyron-Bonjan (Univ. de Provence)
14h15 – Conferência: Éthique et corruption dans le secteur de l’éducation Muriel Poisson | IIEP – UNESCO
15h30 – Mesa Redonda: A ética na gestão de recursos humanos, na avaliação dos estabelecimentos e na formação de profissionais do campo social Coordenação: Enrique Ruiz-Velasco (Univ. UCAM, México)
Participantes: Véronique Attias-Delattre (Univ. PAris VI), João Boavida (Univ. Coimbra), Isabel Baptista (Univ. Católica do Porto), Venâncio Neto (Univ. Federal do Rio Grande do Norte) e Maria de Lourdes Oliveira (Instituto Politécnico de Lisboa).
17h45 – Ateliês temáticos
20h15 – Jantar convívio - Convidado de honra Prof. Gaston Mialaret
20 de Fevereiro de 2010
09h30 – Conferência: Educação para uma sociedade cosmopolita Manuel José Carmo ferreira | Univ. Lisboa
10h45 – Simpósios
Simpósio 1 – Educação, ética e movimentos sociais Coordenação: Rui Canário (Universidade de Lisboa) e Sonia Rummert (Universidade Federal Fluminense e Universidade de Lisboa) Participantes (4 comunicações): Rui Canário (Universidade de Lisboa), Sonia Maria Rummert (Universidade Federal Fluminense e Universidade de Lisboa), Natália Alves (Universidade de Lisboa) e Soraya Conde (Univ. Federal de Santa Catarina)
Simpósio 2 - Intervenção educativa na corrente contra a corrente: actores e protagonistas Coordenação: Isabel Menezes (Univ. do Porto) e José Alberto Correia (Univ. do Porto) Participantes (5 comunicações): José Alberto Correia (Universidade do Porto), António Carlos da Silva (Univ. do Estado do Rio de Janeiro e Univ. do Porto), José A. Pacheco (Univ. do Minho), José Carlos Morgado (Univ. do Minho), Orquídea Coelho (Univ. do Porto), Bruno Mendes (Univ. do Porto), Sara Silva (Univ. do Porto), Henrique Vaz (Univ. do Porto), Norberto Ribeiro (Univ. do Porto), Carla Malafaia (Univ. do Porto), Tiago Neves (Univ. do Porto) e Isabel Menezes (Univ. do Porto)
14h00 – Ateliês temáticos
15h45 – Conclusões e sessão de encerramento
Mais informação disponível aqui.
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Acessibilidade e Desenho Inclusivo
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Criado em 2006, o blogue Acessibilidade Portugal reúne informação sobre orientações, normas técnicas e legislação no domínio da acessibilidade e do desenho inclusivo em Portugal: via pública, edifícios e estabelecimentos, habitação, plano de acessibilidades, percursos acessíveis, informação e legibilidade são algumas das questões abordadas. Para além da informação reunida, de um índice temático de pesquisa e do esclarecimento de dúvidas, gratuitamente disponibilizados, encontra-se igualmente disponível informação sobre acções de formação dedicadas ao
tema "Acessibilidade e Design Universal" orientadas por Pedro Homem de
Gouveia, arquitecto que trabalha no domínio das acessibilidades para
pessoas com necessidades especiais, membro fundador da Associação Projectar para Todos. O desenho universal, também designado desenho para todos ou desenho
inclusivo, baseia-se numa concepção de equipamentos e de interfaces
assente no princípio da acessibilidade, com a preocupação de abranger a
diversidade de situações de utilização e as diferentes necessidades dos
utilizadores. Foram definidos sete princípios orientadores do desenho
universal: 1. utilização equitativa; 2. flexibilidade de utilização; 3.
utilização simples e intuitiva; 4. informação perceptível; 5.
tolerância ao erro; 6. esforço físico mínimo; 7. dimensão e espaço de
abordagem e de utilização.
«Partilha de conhecimentos e esclarecimento de dúvidas sobre as normas técnicas de Acessibilidade e sobre o Design Universal (ou Design Inclusivo), considerados uma forma de prevenir a exclusão de pessoas com mobilidade condicionada e de promover, objectivamente, a qualidade de espaços, edifícios e serviços, e a segurança, conforto e autonomia de todos os seus utilizadores.»
O projecto Acessibilidade Portugal encontra-se disponível aqui.
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Contributos para um conceito de Biblioteca Inclusiva
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Publicado originalmente em 2002 na revista Integrar, o artigo «Contributos para um conceito de
"Biblioteca Inclusiva"» de Alice Ribeiro e João Leite resulta de uma comunicação apresentada no âmbito do 7.º Congresso Nacional de Bibliotecários, Arquivistas e Documentalistas que teve lugar no Porto de 23 a 25 de Maio de 2001. Partindo da sua experiência como bibliotecários da Biblioteca da Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP), no presente artigo Alice Ribeiro e João Leite abordam o tema do acesso à informação por parte de pessoas com deficiência visual a partir de uma concepção de biblioteca inclusiva e de biblioinclusão, que passa por uma «(...) integração total do leitor com deficiência visual no circuito do utilizador, ausência de áreas especiais de leitura, desenvolvimento de procedimentos que conduzem à plena autonomia em termos de circulação e de utilização dos recursos oferecidos pela biblioteca.». Em Dezembro de 2009 o artigo foi disponibilizado em suporte digital no Repositório Aberto
da Universidade do Porto, disponibiliza-se aqui uma ligação para este
documento.
APRESENTAÇÃO
«Num contexto de “inclusão da diferença”, pretendemos lançar a discussão sobre a melhor forma de actuação com vista à inclusão de pessoas com necessidades especiais, especialmente pessoas com deficiência visual, no circuito normal de leitura. Nesta linha propomo-nos abordar e debater o conceito de “Biblioteca Inclusiva”.
Muito se tem falado actualmente de inclusão: “infoinclusão”, “inclusão de alunos com necessidades educativas especiais em classes regulares”, “incluir a diferença”... Esta deve ser, sem dúvida, a direcção a tomar, para que o cidadão portador de qualquer tipo de deficiência, e o cidadão deficiente visual em particular, possa encontrar o seu espaço numa sociedade cada vez mais complexa.
A leitura e o acesso à informação são elementos da maior importância para a realização pessoal e profissional de qualquer indivíduo, bem como factores para o progresso de um país. É neste contexto que nos parece oportuno abordar o conceito de “Biblioteca Inclusiva”, numa perspectiva de esclarecimento do seu significado.»
O artigo encontra-se disponível para consulta aqui e aqui.
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“Sem link não controlo” - Contributos para uma educação online inclusiva: estudo aplicado a casos de cegueira e baixa visão
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Defendida em 2008 no quadro das actividades da Universidade Aberta,
“Sem link não controlo” - Contributos para uma educação online
inclusiva: estudo aplicado a casos de cegueira e baixa visão é um
estudo desenvolvida por Maria Manuela Amado Silva Francisco no âmbito
de uma dissertação de Mestrado em Ciências da Educação com
especialização em Pedagogia do E-Learning. Partindo da questão inicial
"O que é necessário para criar cursos online acessíveis,
particularmente a pessoas com problemas de acuidade visual?" e de uma
problematização sobre a inclusão em ambiente Internet, Maria Manuela
Francisco desenvolveu um estudo de caso sobre acessibilidade e
usabilidade de conteúdos multimédia no contexto de um curso de
aprendizagem em suporte digital concebido para ser acessível a pessoas com necessidades
especiais, neste caso centrado nas necessidades de pessoas cegas ou com
baixa visão. O presente estudo encontra-se disponível para consulta em suporte digital, disponibiliza-se aqui uma ligação para este documento.
PREÂMBULO
«“Sem link não controlo” - Contributos para uma educação online inclusiva: estudo aplicado a casos de cegueira e baixa visão é a dissertação apresentada à Universidade Aberta por Maria Manuela Amado da Silva Francisco, para cumprimento dos requisitos necessários à obtenção do grau de Mestre em Pedagogia do e-learning. Este trabalho foi realizado sob a orientação científica do Professor Doutor António Quintas Mendes, professor do Departamento de Ciências da Educação da Universidade Aberta.
Neste trabalho apresento algumas linhas orientadoras para a criação de cursos online inclusivos e acessíveis a pessoas com incapacidade visual. Foi seguida uma metodologia de estudo de caso, apresentando aqui as várias etapas, desde a concepção de um curso piloto, implementação e testagem do mesmo com a participação de utilizadores de leitores de ecrã.
Ao implementar este curso, verificou-se que o seguimento das normas estabelecidas para criar páginas Web acessíveis não é o suficiente. É necessário cruzar saberes e regras de diferentes áreas para conseguir oferecer cursos com verdadeiras preocupações inclusivas sem serem discriminatórios.
Sem link não controlo é uma expressão utilizada pelo leitor de ecrã Window Eyes, quando os links de navegação estão mal definidos ou não existem. Por ter sido uma expressão que marcou a primeira fase de testes deste estudo, dá o título a este trabalho, que pretende ser ele próprio, um exemplo de um conteúdo acessível.»
APRESENTAÇÃO
«O estudo relatado neste trabalho pretende responder à questão de partida que lhe deu origem – O que é necessário para criar cursos online acessíveis, particularmente a pessoas com problemas de acuidade visual?
Esta questão colocou-se no momento em que, em contexto profissional, se procurou criar um curso online inclusivo, acessível a todos.
Enquanto Designer Instrucional, e juntamente com a restante equipa envolvida na criação do novo curso, foram procuradas soluções práticas que assegurassem a igualdade de oportunidades a todos os participantes do referido curso. Isto desencadeou a testagem de estratégias e soluções, promovendo uma reflexão crítica sobre as várias facetas da inclusão digital.
Num primeiro momento considerou-se este desafio relativamente simples, uma vez que existem normas para a criação de páginas Web e a plataforma a utilizar estava em conformidade com uma dessas normas. A prática, no entanto, viria a revelar barreiras reais que obrigaram ao questionamento das normas, a aplicação e testagem dessas mesmas normas e um constante recomeçar de cada fase. Este constante questionamento foi enriquecido com a participação de 3 pessoas cegas que colaboraram enquanto participantes e informantes na 1ª e 2ª edição deste curso.
Sendo a inclusão um tema pouco trabalhado no ensino online, este estudo reveste-se de carácter exploratório. Não se pretende apresentar conclusões de carácter definitivo, pretende-se que o estudo seja visto como um contributo para futuros projectos de cursos online com preocupações de inclusão.
A abrangência do tema obriga a que neste trabalho se incluem assuntos relacionados com outros tipos de deficiência, estratégias pedagógicas adequadas a cada necessidade, estilos cognitivos de aprendizagem, leitura e interpretação de imagens, percepção da cor e da forma, conhecimentos de programação para adequar ferramentas e aplicações, sem que com tal se esgotem todas as ramificações que um estudo desta natureza potencia.»
ÍNDICE
Preâmbulo Agradecimentos Resumo Palavras-Chave Abstract Keywords Índice Geral Índice de Figuras e Tabelas Índice de Abreviaturas e Acrónimos Introdução
PARTE A - ENQUADRAMENTO TEÓRICO
O advento da Internet Igualdade: declarações e legislação Clarificação de conceitos Cursos online Inclusão, acessibilidade e usabilidade Deficiência ou Incapacidade Diferentes perfis de utilizadores da Internet Utilizadores com necessidades especiais Barreiras na Web Incapacidade visual e tecnologia assistida Directivas e normas de acessibilidade Conteúdos didácticos. Estudos similares
METODOLOGIA DE INVESTIGAÇÃO
Objectivo Questões de investigação Estrutura do estudo Estratégias de Investigação Método utilizado Tipo de caso Instrumentos Amostragem
PARTE B - ESTUDO DE CASO
Fase 1: Desenho de um curso inclusivo Premissas Modelo Pedagógico “Todos” no modelo pedagógico da UED Planificação do curso Levantamento das necessidades Adequação da Plataforma Estrutura e organização Ferramentas de comunicação Design Gráfico Tamanho e formato de conteúdos Informação aos participantes Testagem com validadores Design Instrucional Estratégias Adequação da linguagem Conteúdos multimédia (áudio e video) Testes com leitores de ecrã Fase 2.1 Relato da experiência Primeira edição do curso de empreendedorismo Os participantes O grupo Perfil da “Amostra” A sessão inaugural Sessões de acompanhamento Primeira sessão: estrutura da plataforma Segunda sessão: navegação Terceira sessão: ambiente virtual e interacção online Quarta sessão: comunicação no fórum Quinta sessão: manual didáctico Última sessão: reflexões e propostas de melhoria Fase 2.2 Relato da experiência Segunda edição do curso de empreendedorismo Conclusão do estudo Alterações relativas à 1ª edição Os participantes A primeira sessão presencial Acompanhamento dos sujeitos Fim do estudo
CONCLUSÕES
Nota explicativa Conclusão Reflexões finais Sugestões para estudos futuros
BIBLIOGRAFIA
Referências
ANEXO
Entrevistas Entrevista: Sujeito A Entrevista: Sujeito B Entrevista: Sujeito C
O estudo encontra-se disponível aqui.
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SEMIME 2010: Exclusão Digital na Sociedade da Informação e do Conhecimento
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Nos dias 29 e 30 de Janeiro de 2010 realizou-se na Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa (FMH-UTL) um Seminário Internacional dedicado ao tema "Exclusão Digital na Sociedade da Informação e do Conhecimento", uma iniciativa organizada por José Manuel Fragoso Alves Diniz, Carlos Alberto Rosa Ferreira, Sofia Balula, Ruben Pinto, Geraldo Wellington, Anibal Veloz e Debora Noemi, membros da comissão organizadora constituída por professores e investigadores da FMH-UTL e do programa euro-latino-americano Euromime. Exclusão social e acesso à informação e ao conhecimento, tecnologias de informação e comunicação (TIC) no currículo, portfólio digital no ensino superior, gestão do conhecimento e brecha digital, alfabetização e cidadania na sociedade digital, usabilidade de ambientes de aprendizagem na internet, conhecimento e atitudes de professores face às TIC foram algumas das questões abordadas nas sessões plenárias do presente encontro, que conta ainda com apresentações de iniciativas neste domínio, como o Centro de Recursos para a Inclusão Digital (CRID), o programa Cidadão.Net, o projecto ComAcesso de sensibilização para a acessibilidade na internet, ou o projecto "Comunicar Sem Barreiras".
Diferenças geracionais na sala de aula, aproximação ao conceito de brecha digital, meios de comunicação desportivos como componente curricular na formação em educação física, e-Portfólios na educação, imaginários em torno da televisão educativa inclusiva, modalidade de ensino à distância no Brasil e em universidades europeias, o papel das TIC nas Universidades Populares da Extremadura (Espanha), inclusão na aula de matemática, necessidades especiais na Sociedade da Informação, acesso à leitura por pessoas cegas, o papel do blogue no auxílio da pessoa com doença oncológica, necessidades especiais e TIC em Espanha no contexto social comunitário e inclusão digital na terceira idade no âmbito do Instituto Federal de Santa Catarina (Brasil) foram ainda outras questões em debate nas sessões de comunicações livres.
APRESENTAÇÃO «A evolução dos meios tecnológicos que hoje se encontram à nossa disposição está longe de poderem ser partilhados por todos. O analfabetismo digital constitui, na Sociedade da Informação, um meio de exclusão social a que temos que dedicar a nossa atenção. No entanto, as Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC) têm um enorme potencial para promover o desenvolvimento se utilizadas na resolução dos problemas que a sociedade experimenta nos diversos sectores de actividade e principalmente se forem efectivamente colocadas ao serviço de cada cidadão. Pretende-se com este IV Seminário promover a discussão e divulgar trabalhos que possam contribuir para o combate à info-exclusão e favorecimento da acessibilidade das TIC. Serão, portanto, aceites comunicações que se refiram a trabalhos científicos e tecnológicos ou que relatem boas-práticas nesta área.»
PROGRAMA
29 de Janeiro de 2010
08h45 - Registo
09h30 - Sessão de Abertura
09h50 - Conferência de Abertura - La Exclusión Digital: una Cuestión Educativa en Clave Economica Juan Pablos
11h00 - Infopedagogía: Integración de las TICAl currículo con Sentido Humano, Social y Pedagógico Fabián Jaramillo
11h30 - El Portfolio Digital como herramienta docente en la Universidad Maria Luz Cacheiro
12h00 - Gestión del Conocimiento y Brecha Digital Domingo J. Gallego
Comunicações Livres
Anfiteatro 2
14h00 - La Brecha Generacional en el Aula Ante el EEES Ana Maria Gonzalez Fernandez
14h15 - Aproximación desde el lenguaje, al concepto Brecha Digital Martín Quintana
14h30 - Formação de Andebol no Second Life - Estudo da interacção entre formador e formandos num Webinar para alunos do Ensino Superior António Lopes
14h45 - A Mídia Esportiva como Componente Curricular na Formação em Educação Física na Bahia Cristiano Vieira Santana
Salão Nobre
14h00 - Children, Technologies & Sustainable Development 2010-2050 Marta Ferraz
14h15 - Sistema Universidade Aberta do Brasil: Inclusão ou Exclusão Digital Júlio César Costa Ribas
14h30 - Projecto "Comunicar Sem Barreiras" Graça Faria
14h45 - Modalidade de Ensino a Distância: Aprendizagem Versus Exclusão Digital. Um estudo exploratório no Brasil e em Universidades Europeias Rosemeri Coelho Nunes
Ginásio B
15h00 - Sessão de Poster/Café
Anfiteatro 2
16h30 - e-Portfólios na Educação João Leal
16h45 - TV8 en la red. Imaginarios en torno a la televisión educativa inclusiva Martín Quintana
17h00 - El papel de las TICs en las Universidades Populares de Extremadura. Estudio de casos en una población enclavada en Las Hurdes Vanesa Marcos Sánchez
17h15 - Uma Aula de Matemática Diferente... Maria Clara Lino
17h30 - Tecnologias da Computação - Educação Pública à distância para o desenvolvimento humano Virgínia Lima dos Santos Levy
Salão Nobre
16h30 - Pessoas com Necessidades Especiais na Sociedade da Informação Marisa Alexandra Carapinha
16h45 - In Search of Knowledge: Research About the Ways and Conditions to get Acess to Reading By Blind People in The Information Society Iraci Matos Parreão
17h00 - Blogue: Uma nova forma de ajuda mútua da pessoa com doença oncológica Carla Piscarreta Damásio
17h15 - Estudio descriptivo sobre TICs y Discapacidad en España: análisis desde la oferta realizada en el ámbito social comunitario Raquel Chillón Martínez
17h30 - Inclusão Digital na Terceira Idade : Uma experiência no Instituto Federal de Santa Catarina Rosemeri Coelho Nunes
Salão Nobre
18h00 - Conferência: Multialfabetización y Ciudadanía en la Sociedad Digital Manuel Area Moreira
30 de Janeiro de 2010
09h00 - Avaliação on-Line numa Perspectiva Inclusiva Ymiracy N de Souza Polak
09h40 - “Inclusão Digital“- CRID-Centro de Recursos para a Inclusão Digital Célia Maria Adão de Oliveira Aguiar de Sousa
09h55 - Constructal Sports in the Information Age Luís Miguel Pereira Horta
10h10 - Inserção social através da promoção de telecentros: análise do programa Cidadão.Net Cristiano Pio
11h00 - ComAcesso – projecto de sensibilização para a acessibilidade da Web Ricardo Monteiro
11h15 - Las TIC en la Universidad de Los Andes Táchira: Conocimiento, uso y actitudes de sus docente Mireya Vivas García
11h30 - Estudo sobre a usabilidade de ambientes de aprendizagem online Sofia Balula Dias
11h45 - Modelo de Gestão do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Pública em EaD Ofertado pelo Instituto Federal de Santa Catarina, através do Programa Universidade Aberta do Brasil Júlio César Costa Ribas
12h00 - Les digital natives existent-ils vraiment? Jean-François Cerisier
12h40 - Encerramento Mais informação e procedimentos de inscrição disponíveis aqui.
Informação sobre o seminário anterior, realizado em Lisboa em Janeiro de 2009, disponível aqui.
Mais informação sobre o Euromime disponível aqui.
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O livro negro das cores
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Publicado muito recentemente, neste final de 2009 a editora Bruaá trouxe até nós O Livro Negro das Cores, das autoras de origem venezuelana Menena Cottin (texto) e Rosana Faría (ilustração), com tradução portuguesa de Miguel Gouveia. Originalmente publicado em 2006 pela editora mexicana Tecolote, o livro acompanha uma leitura das cores que convoca diferentes sentidos: tocar, ouvir, saborear, cheirar, olhar e sobretudo imaginar. Com texto impresso, texto em Braille e ilustrações em alto relevo, O Livro Negro das Cores torna-se um raro livro acessível a diferentes experiências de leitura, que assim começa: «Segundo o Tomás, o amarelo sabe a mostarda, mas é macio como as penas dos pintaínhos». Sem pestanejar, a Ponte Margem confessa que ainda não leu o livro, mas já (ou)viu o filme. Estando indicado dos 8 aos 80 anos, resta-nos todavia algum tempo para deitar-lhe mãos.
APRESENTAÇÃO
«A subtileza deste livro demonstra a beleza na percepção do mundo através dos nossos sentidos e na sua complementaridade. Convidando-nos a reflectir sobre como será aquilo que nos rodeia para quem não vê, esta grande obra obriga-nos a reformular o mundo através dos seus cheiros, sabores, texturas, sons; a recriar, de forma imaginativa, as coisas que nos envolvem. Um livro que nos lembra que há sempre mais para além do que vemos, um livro para redescobrir a riqueza sensorial do nosso corpo e determo-nos na beleza oferecida por essa sensibilidade. Exceptuando o texto, todo o livro é negro. No entanto, as ilustrações em alto relevo e o texto em braille, permitem experimentar as texturas e jogar com as descrições poéticas das cores.»
Banco del libro O LIVRO NEGRO DAS CORES EM SOM E IMAGEM
Mais informação sobre o livro e sobre as autoras disponível aqui.
A propósito do lançamento de O livro negro das cores, a editora Bruaá tem desenvolvido aqui uma estimulante variação em torno das cores, do olhar e da cegueira.
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O Segredo do Sol e da Lua
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Com o livro O Segredo do Sol e da Lua a Cooperativa para a Educação e Reabilitação de Cidadãos Inadaptados de Cascais (CERCICA) inaugurou em 2008 a sua Colecção "4 Leituras", a qual adopta o princípio do desenho inclusivo (também designado desenho universal, ou desenho para todos) em edições dirigidas a crianças com e sem necessidades educativas especiais. Com texto de Graça Breia e de Manuela Micaelo e ilustrações de Raquel Pinheiro, o livro O Segredo do Sol e da Lua conta a história de um raro encontro que instala uma momentânea escuridão na Terra: «Mas que grande confusão!» - é o que mais se diz e ouve. Talvez um eclipse? O livro vem acompanhado por um DVD interactivo que inclui uma versão em Língua Gestual Portuguesa acessível a crianças surdas e uma versão com símbolos pictográficos para desenvolver actividades de leitura com crianças com necessidades educativas especiais ou em idade pré-escolar. O Segredo do Sol e da Lua encontra-se igualmente disponível em versão Braille, com distribuição gratuita através do Centro de Recursos de Educação Especial da Direcção-Geral para a Inovação e Desenvolvimento Curricular (DGIDC).
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SOBRE A COLECÇÃO "4 LEITURAS"
«Um único livro, acessível a todos os tipos de leitores... não é um sonho, já é uma realidade! A CERCICA, com o apoio do Ministério da Educação – (DGIDC), e da Câmara Municipal de Cascais, reuniu uma equipa de profissionais que, trabalhando em parceria, conseguiu preencher uma lacuna, até então, existente no nosso mercado.
Independentemente das capacidades individuais de cada leitor, adultos e crianças têm agora um instrumento que vem contribuir para o desenvolvimento da literacia. A Colecção 4 Leituras, que faz parte da lista recomendada pelo Plano Nacional de Leitura, vem despertar o prazer da leitura, através da apresentação de cada livro em 4 formatos diferentes:
- Versão escrita com DVD interactivo que inclui versão áudio
Nas páginas deste livro, texto e ilustrações convivem harmoniosamente facilitando o acesso à leitura. As personagens ganham vida no DVD interactivo, onde podemos ouvir a história narrada e ter acesso a conteúdos pedagógicos.
- Versão adaptada em Símbolos Pictográficos para a Comunicação (incluída no DVD interactivo)
Esta versão é um instrumento inclusivo e essencial para desenvolver actividades de leitura com crianças com necessidades educativas especiais, ou com crianças em idade pré-escolar. A participação da criança nas actividades torna-se mais eficaz com a utilização das tabelas de comunicação incluídas nesta versão. As tabelas possibilitam que a criança responda a perguntas, conte partes da história e antecipe acontecimentos.
- Versão em Língua Gestual Portuguesa (incluida no DVD interactivo)
Podemos ter acesso a esta versão interpretada em Língua Gestual Portuguesa através do DVD interactivo. Não só as crianças surdas ficarão rendidas a esta versão. Com as ilustrações como cenário de fundo, um intérprete simpático e muito expressivo surge em grande plano no nosso ecrã, cativando-nos de imediato para a história e fazendo-nos viajar no mundo fantástico da nossa imaginação.
- Versão em Braille e em formato Daisy
Quando uma mãe invisual nos agradece o facto de pela primeira vez ter conseguido ler uma história
ao filho ao deitar, compreendemos a verdadeira importância de um projecto desta natureza. Não tem como único objectivo a construção de materiais pedagógicos, mas é também uma forma de aproximar gerações. É criar momentos de partilha, criar oportunidades de diálogo e, através destas histórias, estimular naturalmente a linguagem oral e escrita e as competências comunicativas.» Mais informação disponível aqui e aqui.
Mais informação sobre o Centro de Recursos de Educação Especial disponível aqui.
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